Classificado para a segunda fase da Copa do Mundo após a vitória de 3 a 0 sobre a Escócia, o Brasil agora espera a definição de quem será seu primeiro adversário no mata-mata. São três as opções: Holanda, Japão e Suécia. Mas, entre as seleções, quem oferece mais perigo ao time de Carlo Ancelotti?
O Grupo F terá suas últimas partidas realizadas nesta quinta-feira (24). Como a seleção brasileira terminou em primeiro em sua chave, irá enfrentar o segundo colocado, que, no momento, é o Japão.
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Qual das três seleções pode oferecer um jogo mais perigoso para o Brasil no início do mata-mata da Copa? Confira nossa análise!
Holanda: jogo físico, bola aérea e tradição
Seleção que nunca conquistou uma Copa do Mundo, a Holanda chegou a esta edição com uma base sólida. Apesar de a técnica ser a marca registrada de times passados, como no “Carrossel” de Cruyff e na seleção finalista de 2010, a equipe de Ronald Koeman em 2026 se destaca pela imposição física.
Tudo começa na linha de defesa, que conta com quatro jogadores altos e fortes. A base é composta pelo capitão, Virgil van Dijk (1,95 m), e tem Denzel Dumfries (1,88 m), novo jogador do Real Madrid, como arma dupla. Van de Ven (1,93 m) e Van Hecke (1,89 m) completam a linha, sendo fortes, altos e rápidos.
A parte técnica sobra do meio para a frente. Liderada por Frenkie de Jong, a Laranja Mecânica também vê em Donyell Malen e Cody Gakpo tradicionais quebradores de linhas adversárias.
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Com fisicalidade de sobra, a Holanda mostrou um jogo forte de transição nesta Copa — o que é uma faca de dois gumes. Isto é, com o mesmo volume com que pressiona o adversário, também fica suscetível a contra-ataques.
O resultado até aqui, porém, compensa: são incríveis sete gols marcados em dois jogos, ficando atrás apenas da Alemanha (nove), e apenas três sofridos.

NI Total
107,70
em 2 jogos
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Gols
1
Assistências
0
Minutos Jogados
180′
Nota Média
7.4

NI Total
73,90
em 2 jogos
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NI Total
119,82
em 2 jogos
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Japão: disciplina técnica, velocidade e momento
Presente em todas as Copas do Mundo desde 1998, o Japão se mostra cada vez mais acostumado à competição. Prova disso é que essa safra já se mostrou forte em nível mundial, vencendo seleções como Alemanha e Espanha na última Copa, além de Brasil e Inglaterra no ciclo atual.
Engana-se quem pensa que a alta disciplina tática faz com que os Samurais Azuis apresentem um estilo de jogo apático e pouco ameaçador — muito pelo contrário. Com muita agilidade, o Japão impõe um ritmo tão veloz que qualquer erro do adversário pode ser fatal.
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A Tunísia provou um pouco disso na rodada passada, quando não teve chances e foi goleada por 4 a 0. Na estreia, contra a Holanda, os japoneses sofreram um pouco com a parte física, mas, justamente nesses momentos de velocidade, conseguiram dois gols para empatar o jogo em 2 a 2.

NI Total
103,38
em 2 jogos
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NI Total
95,90
em 2 jogos
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NI Total
85,56
em 2 jogos
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Suécia: lampejos e limitações
Entre as três seleções analisadas, a Suécia é a que apresenta maior oscilação — não por acaso, chega à última rodada em terceiro lugar, tendo perdido de 5 a 1 para a Holanda.
Classificada no último jogo da repescagem europeia, a Suécia apresenta muita inconsistência e se sustenta no sucesso de suas duas grandes estrelas ofensivas: Alexander Isak e Viktor Gyökeres, atacantes de Liverpool e Arsenal, respectivamente.
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A bola precisa chegar a eles para que a equipe tenha sucesso, mas o restante do elenco não acompanha a qualidade de ambos. Esse é um dos motivos pelos quais o time atua em um esquema com três zagueiros e dois alas, visando cada vez mais apoio à dupla e, consequentemente, reforço defensivo quando está sem a bola.

NI Total
125,06
em 2 jogos
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NI Total
123,64
em 2 jogos
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NI Total
50,42
em 2 jogos
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Quando será o jogo do Brasil no mata-mata?
Por ter se classificado em primeiro lugar, o Brasil entrará em campo na próxima segunda-feira, dia 29 de junho, às 14h (de Brasília), em Houston.
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