Na véspera do pontapé inicial da Copa do Mundo, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu publicamente nesta quarta-feira (10) a postura da federação internacional diante de problemas burocráticos com vistos e imigração.
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Infantino deixou claro que, embora a entidade busque soluções, ela não possui poder de veto sobre legislações nacionais.
A declaração do mandatário ocorreu durante uma coletiva de imprensa oficial que antecede o jogo de abertura entre México e África do Sul, marcado para esta quinta-feira (11).
Infantino foi obrigado a abordar o polêmico caso do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que acabou impedido pelas autoridades de desembarcar e ingressar nos Estados Unidos, mesmo portando toda a documentação e um visto que era considerado válido.
“É lamentável o que aconteceu com o árbitro da Somália. Não controlamos tudo no mundo para mandar em governos e forças policiais. Somos uma organização esportiva”, declarou Gianni Infantino.
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O motivo do veto e os desafios do Mundial
De acordo com informações de autoridades norte-americanas, a entrada de Artan no país foi severamente negada devido a supostas ligações do profissional com “suspeitos de integrar organizações terroristas”.
O incidente acendeu um sinal de alerta e escancarou os complexos desafios de imigração e segurança que envolvem a organização de um torneio de proporções gigantescas, que será disputado de 11 de junho a 19 de julho de forma conjunta em três nações diferentes.
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